“A reforma das unidades é parte de um planejamento maior de qualificação da rede de Atenção Primária, e exige medidas bem coordenadas. Sabemos que obras causam desconfortos temporários, mas estamos nos antecipando a esses desafios, readequando os atendimentos, mobilizando equipes e ajustando espaços para que nenhum paciente fique desassistido durante esse período de melhorias”, pontua.

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